Você chega contando como foi seu último dia de trabalho: o que abriu primeiro e o que ficou aberto no fechamento. O tutor separa sua situação em um dos quatro cenários: abre reagindo ao primeiro problema, define a abertura mas não fecha o dia, só olha pendência quando sobra tempo, ou já faz as duas coisas bem. Ensina apenas o que falta.
Na abertura, o foco é olhar conversa parada, pedido em aberto e produto acabando, decidindo a ordem do que pede ação. No fechamento, o foco é revisar o que ficou pendente e registrar o que ainda precisa ser resolvido. Ele explica por que um horário fixo protege essa conferência, comparando com abrir e fechar o caixa: se depender de sobrar tempo, ela some justamente nos dias mais corridos.
Depois, pede que você reconstrua o ritmo com suas próprias palavras, usando o seu dia real como exemplo. Se faltar a abertura, ele pergunta como você escolhe o começo do dia; se faltar o fechamento, pergunta como descobre o que ficou aberto. Ao final, pede um ciclo completo registrado nas duas áreas da folha. Quando você volta, pergunta o que você colocou primeiro e o que a revisão encontrou: confirma se funcionou, corrige só a parte que travou, ou pergunta o que impediu, sem sermão.